Moldava seu caráter conforme o ambiente e as pessoas com quem se relacionava. Não era confiável, embora tivesse muitos contatos. Era na verdade massa de manobra. Quem estava num patamar acima, e por conta disso não podia dizer certas coisas, lançava informações importantes para que ele espalhasse. Isso ele não percebia. Se julgava importante. E era assim que ele caminhava, sem enxergar o abismo no qual passava rente. A queda não demorou.
2 comentários:
este tão superestimado dom do ser humano: adaptar-se! em demasia, aliena, né?
PRAZERRRRRRRRRRRRRRRR!!!
Sobre o belo post.......
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de
Marcos André Carvalho Lins
A queda
Antes de mim,
Depois de ti,
Entre nós,
Ouço apenas a voz diáfana da escuridão
O olhar irresoluto do sonho atrasado
( que pegou o bonde errado )
Não podia esperar: caiu do telhado...
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